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FICHA TÉCNICA
Direção: Alex Proyas
Roteiro: Jeff Vintar e Akiva Goldsman
Argumento: Jeff Vintar
Sugerido pelo livro de Isaac Asimov, Eu, Robô
Produzido por: Laurence Mark, John Davis, Topher Dow e Wyck Godfrey
Produtores Executivos: Will Smith e James Lassiter
Desenho de Produção: Patrick Tatopoulos
Montagem: Richard Learoyd, Armen Minasian e William Hoy, A.C.E.
Co-Produtor: Steven R. McGlothen
Música: Marco Beltrami
Supervisor de Efeitos Visuais: John Nelson
Figurinos Elizabeth Keogh Palmer
ELENCO:
Detetive Del Spooner: Will Smith
Dra. Susan Calvin: Bridget Moynahan
Sonny: Alan Tudyk
Dr. Alfred Lanning: James Cromwell
Lawrence Robertson: Bruce Greenwood
Tenente John Bergin: Chi McBride
SINOPSE
Chicago, 2035. Em um cenário futurista surge o detetive Del Spooner (Will Smith) e logo percebemos que algo o incomoda no ambiente que o envolve: robôs dividem espaços com seres humanos nas ruas daquela cidade, se encarregando das chamadas tarefas mais pesadas do dia a dia social - são lixeiros, entregadores, trabalhadores domésticos.
Spooner é um policial atormentado por um trauma recente que amplifica sua desconfiança em relação aos robôs. Para ele, a qualquer momento uma dessas máquinas irá comprovar sua tese de que não se pode confiar em robôs. Para todas as outras pessoas, essa é uma tese paranóica, já que todos os humanóides (robôs com forma similar à humana) saem das linhas de produção da poderosa companhia U.S. Robots programados com as três leis da robótica:
- Primeira Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano seja ferido;
- Segunda Lei: Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto se tais ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei;
- Terceira Lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e/ou a Segunda Leis.
Este é o código criado pelo cientista Alfred Lanning (James Cromwell) que, segundo a garantia da U.S. Robots e a crença geral da população, determina total proteção contra a famosa "síndrome de Frankenstein", pela qual a criatura tende a voltar-se contra seu criador.
É nesse ambiente que se passa Eu, Robô, superprodução dos estúdios da Fox norte-americana inspirada em um livro de contos homônimo do escritor russo-americano Isaac Asimov (1920-1992, criador original das chamadas leis da robótica) que chega às telas brasileiras nesta quinta-feira, 5 de agosto. O filme explora as possíveis contradições que podem subverter a razão das leis da robótica e que permitam que os robôs venham a se transformar em uma ameaça à humanidade.
Eu, Robô - dirigido por Alex Proyas (de Cidade das Sombras e O Corvo) - trabalha seu roteiro passando da discussão filosófica sobre a possibilidade de o ser humano criar uma máquina que possa desenvolver inteligência suficiente para tornar-se completamente autônoma para a ação policial tão cara à produções cinematográficas de Hollywood.
A trama (desde sua origem, nos contos de Asimov, e também no próprio roteiro do filme, de Jeff Vintar e Akiva Goldsman) traz elementos que são referências de histórias que alimentam o universo da cultura ocidental como: Frankenstein (a criatura que se volta contra o criador) e Pinóquio (a criatura que quer ser gente) na literatura; Blade Runner (a luta pela sobrevivência dos andróides e a procura por seu criador), 2001 - Uma Odisséia no Espaço (a máquina que assume o controle em lugar do homem) e Inteligência Artificial (a humanização de um andróide), no cinema; e outras até mais prosaicas, como a série de TV Ciborg (que retrata o implante de próteses biônicas em um ser humano) e o desenho animado Os Jetsons (quem não se recorda da arrumadeira da família, com seu corpo de metal vestindo avental e touca de doméstica?).
Evidente que como toda boa superprodução dos Estados Unidos, um herói (Spooner) - que em um primeiro momento é considerado um outsider - vai se defrontar com dramas provocados pelo inesperado (não para ele), onde o desenvolvimento da inteligência artificial foge ao controle do criador, a ponto de essa "consciência eletrônica" poder reinterpretar da forma que lhe parece mais adequada as regras estabelecidas nas leis da robótica.
Os efeitos especiais são um capítulo à parte. Mas como a excelência nesta área vem estabelecendo novos parâmetros a cada produção desde o primeiro episódio da série Matrix, esses efeitos acabam sendo diluídos na trama de forma a serem praticamente acessórios. É claro que sem o uso desses efeitos, a trama pareceria muito menos verossímil. Vale lembrar ainda que o robô que se torna centro da trama, Sonny, é representado pelo ator Alan Tudyk, sobre cuja atuação é montada uma "maquiagem eletrônica" para que o exemplar se encaixe no desenho padrão dos modelos NS-5 (Assistente Doméstico Automático) produzidos pela U.S. Robots.
Durante a trama, é interessante observar a evolução de Sonny, um robô "único", desenhado e criado pelo doutor Alfred Lanning - principal pesquisador e um dos fundadores da U.S. Robots - para ser especial. Ele demonstra emoções, sentimentos e tem a capacidade especial de sonhar (capacidade que vai até se transformar em um dom premonitório, como se verá ao final do filme).
O roteiro é também feliz ao envolver a interpretação de símbolos retirados da literatura - a partir do livro João e Maria, clássico dos Irmãos Grimm - para enredar sua trama. O problema é quando as questões filosóficas e literárias dão espaço à pancadaria característica de filmes estrelados por Will Smith. Mas para quem gosta de ação desse tipo, é um prato cheio.
ERROS COMETIDOS
- Quando Spooner encontra Sonny pela primeira vez, ele saca a arma do coldre de seu ombro, mas o robô a chuta e o detetive é obrigado a pegar a outra arma, de seu tornozelo. Ao chegar no térreo, a arma de Spooner cresceu e ele a coloca no coldre no ombro, pegando a primeira no chão.
- Quando Spooner vai salvar seu amigo da rebelião de robôs, ele diz à garota para sair da moto e esperar. Ele, então, pega o veículo e sai em alta velocidade por uns 15 segundos. No entanto, a garota consegue alcançá-lo a tempo de atirar no robô que iria atacá-lo, e ela não está nem ofegante.
- O vídeo que Spooner assiste na casa do doutor mostra o cronômetro voltando. Ele vai até 24 segundos, a câmera corta por uns 10 segundos (mas continuamos ouvindo o vídeo) e, quando volta a mostrá-lo, o tempo está em 26.
- Pouco antes de entrar no escritório de Robertson, depois de subir as escadas, Spooner está atrás de Sonny com uma lanterna. Apesar de a luz brilhar no robô e na porta atrás dele, sua sombra não aparece.
- A ponte sobre o rio Michigan não poderia existir na realidade. Ela entraria em colapso, já que os cabos de suspensão não atingem a outra torre na ponte. Se não há uma segunda torre, ainda seria tecnicamente possível, mas os cabos seriam diferentes. Eles seriam esticados, não curvados.
- Se o corpo do Dr. Lanning tivesse caído daquela altura, ele estaria muito mais deformado.
- Quando Spooner vai à casa do Dr. Lanning, ele estaciona o carro e espera a porta abrir completamente, o que demora alguns segundos. Depois que ele sai, a porta é mostrada ao fundo, fechando. Na tomada seguinte, imediatamente depois, a porta está completamente fechada.
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Sinopse
Em Nova York um famoso diretor de cinema não consegue uma atriz para sua próxima produção, pois ninguém quer ir filmar em um lugar não revelado. Assim ele mesmo começa a vagar pelas ruas até que encontra uma jovem pobre, mas muito bonita, a quem imediatamente dá o emprego. A equipe viaja e vai parar em uma ilha desconhecida, na qual os nativos oferecem "noivas" para Kong, um gigantesco macaco. Após muitos perigos a equipe de filmagens consegue capturar o macaco, pois pretendem levá-lo para Nova York para ser exibido. Paralelamente o símio se apaixona pela atriz.
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FICHA TÉCNICA
Produção: Jan Blenkin Carolynne Cunningham Peter Jackson Fran Walsh
Música: Howard Shore
Fotografia: Andrew Lesnie
Edição: Jamie Selkirk Victoria Burrows Daniel Hubbard
Elenco: Liz Mullane
Desenho de Produção: Grant Major
Direção de Arte: Simon Bright Dan Hennah
Figurino:Terry Ryan
Efeitos Especiais:EYETECH Optics Weta Workshop Ltd.
Diretor: Peter Jackson
Escritores: Peter Jackson, Fran Walsh & Philippa Boyens
Baseado na história de Merian C. Cooper & Edgar Wallace
Gênero: Aventura Trailer: KING KONG
United International Pictures (UIP)
Título Original: King Kong
Tempo: 175 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2005 - Nova Zelândia / USA - Estréia dia 14 de dezembro de 2005.
Recomendação: Livre / Fantasia / Ação / Drama / Sci-Fi
ERROS COMETIDOS
1. Em um dos cartazes do filme vemos sete aviões rodeando Kong no Empire State Building, quando na realidade eram só seis.
2. Logo no começo do filme, na cidade, podemos perceber que os vagões do metrô são de brinquedo.
3. No filme vemos uma tomada aérea de Nova Iorque, e apesar do filme se passar em 1933, é possível ver prédios modernos dos dias atuais, e que não existiam na época.
4. 0h10min26s - Observe que quando Carl abre a porta do táxi, este carro vermelho, uma camionete passa pela rua e vai embora, mas depois de alguns segundos quando ele empurra seu assistente para dentro do táxi, esta camionete passa por eles novamente.
5. O navio começa a fazer a curva e vemos que a luz da Lua está do lado esquerdo do navio, e depois da curva ficará do lado direito ou atrás, mas quando Carl e o capitão saem da cabine, a luz da Lua está exatamente do lado deles, o que só poderia acontecer antes do barco fazer a curva. Depois que o capitão entra na cabine a luz da Lua aparece do lado esquerdo de Carl.
6. No momento em que o cargueiro se choca contra as rochas, na Ilha da Caveira, um marinheiro na popa (parte de trás) é jogado para trás contrariando a lei da inércia! Fosse assim ninguém precisaria usar cinto de segurança
7. Quando Kong encontra a moça pela primeira vez, no altar de imolação, ela está amarrada à dois grossos cipós, Kong a pega pelo corpo e puxa violentamente, os cipós se arrebentam. Devido á violência e a resistência dos cipós, seus braços é que teriam se arrebentado, ou pelo menos seus ossos.
8. Quando Kong corre com Ann na primeira vez que ele a pega, seu pescoço e seu corpo violentamente são arremessados de um lado para o outro. Nesse caso ela sofreria várias lesões, mas, não é o que se percebe.
9. Não deveríamos observar disputas de dinossauros e um macaco. Os primeiros foram extintos cerca de 65 milhões de anos antes da evolução dos simius.
10. Não deveríamos esperar que a agilidade do King Kong fosse aquela mostrada no filme, pois com aquelas dimensões mal poderia suportar a própria estrutura de seu corpo.
11. Quando Ann cai dos cipós, seu corpo colide com a cabeça de um dinossauro, nesse caso, com algumas estimativas a força sofrida no impacto seria a correspondente ao peso de 10 elefantes, sendo assim, ela não teria como sair ilesa.
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